Teoria da Degradação dos seres vivos e depreciação objetos inanimados.
DO COSMOS AO CAOS
Existem pelo menos três classes de indivíduos. Uma classe cultua a ordem, a outra cultua o caos como origem da vida e do universo. A terceira classe por não cultuar a ordem acabam cultivando o caos sem sequer ter a consciência disto. A falta de escolha consciente leva essa terceira classe de indivíduos a cultuar o caos de maneira inconsciente a revelia de sua escolha individual.
Partindo desta premissa chegamos a origem da angústia humana. A angústia não é gerada simplesmente pelo dever da escolha e sim pela livre escolha equivocada ao culto do caos conscientemente ou a revelia de nossa escolha inconsciente
Quem escolhe cultuar o cosmos ou a ordem como propósito inicial e final não está tão sujeito a angústia existencial quanto as duas categorias de indivíduos subsequentes.
A teoria da evolução darwinista tem levado a humanidade moderna a avançar a passos largos em direção ao abismo da inconsequência caótica.
Tenho uma teoria que se opõe ao modelo evolutivo e quero explicitá-la neste ensaio dominical. Tenho o dever de batizá-la com um nome coerente a sua natureza, portanto, pretendo me referir a ela como a Teoria da Degradação, em oposição ao modelo absurdo que contraria as leis universais que a ciência tem como estabelecida. Por exemplo. A segunda lei da termodinâmica que preconiza que tudo tende a degradação e a depreciação, partindo da ordem em direção ao caos. Do nascimento á morte para os seres vivos e da funcionalidade ao desfuncional para objetos físicos, instrumentos, ferramentas, maquinaria em geral a partir dos materiais aplicados e da técnica utilizada pelo seu criador para garantir sua eficiência e durabilidade e por consequência sua vida útil em termo físico ou mecânicos.

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